quarta-feira, 9 de maio de 2007

O Inicio de uma Amizade

Heliann estava morto !

O desespero bateu no coraçao de todos. Ninguem sabia ao certo o q fazer. Essam pegou o corpo de Heliann e seguiram para a capital.
Akelas pessoas andavam a pouco tempo juntas, mas jah tiveram a oportunidade de salvar a vida uma das outras em momentos dificeis de luta, e rapidamente criaram um elo de amizade. Esse elo em comum foi o q fez todos tomarem a msm decisao: iriam buscar um jeito de ressucitar seu amigo.
Rana fez questao de levar todos ao Palacio Imperial, pq disse q lah poderia haver alguem q pudesse ajudar de alguma maneira. E lah encontraram o grande Bardo Pessoal do Rei-Imperador : Luigi Sortudo !
Atraves de seu vasto conhecimento, Luigi disse q Tella Andoren, a sumo-sacerdotiza de Lena, a deusa da vida, estava num vilarejo ali proximo, e q ela poderia ressucitar Heliann.
Partiram para esse tal vilarejo sem demora. Qnd chegaram, viram sinais de destruiçao. O vilarejo tinha sido incendiado. Casas estavam destruidas e o cheiro de cinzas preenchia o local. Lah encontraram Tella e suas clerigas da Ordem de Lena. Elas estavam curando e ajudando as pessoas feridas. Tella disse q gnolls sadicos tinham feito akilo com o vilarejo. Sua preocupaçao com akelas pessoas feridas era tamanha q nao percebeu o corpo enrolado num grande pano q estava sendo carregava por akeles aventureiros. Qnd se deu por si, nao precisou nem ouvir a historia triste dakeles herois para saber o q tinha acontecido. Todos traziam no rosto a expressao de tristeza de alguem q perde um amigo.
Akeles na sua frente eram aventureiros, pessoas q tinham ambiçoes proprias mas q compartilhavam a vontade de ajudar o proximo e aproveitar o maximo da sua vida. Tella decidiu q akele servo de Glorienn, morto na sua frente, poderia salvar elfos amargurados e restaurar suas vidas. Assim decidiu lhe dar uma segunda chance.

Heliann estava vivo !

Todos estavam maravilhados e agradecidos. Vulcor tbm se sentia feliz, mas achava q akele grande favor deveria ser retribuido. Desse modo perguntou como poderiam pagar sua divida. Tella fez questao de avisa-los q eles nao deviam nada, mas msm assim poderiam fazer um grande favor para ela.
Os gnolls q queimaram akele vilarejo pertenciam a uma grande tribo q vivia num bosque ali perto. Tella sabia akeles seres q tinham como caracteristica marcante a covardia, nao deixaram akele lugar em paz, e todas as vezes q precisassem de comida e diversao, voltariam para ali. Por isso ela pediu para q akeles aventureiros expulsassem os gnolls do bosque, e q fizessem isso sem sacrificar nenhuma vida.
Realizaram sua meta de maneira incrivel, agora estavam cada vez mais confiantes e unidos. Voltaram para o vilarejo, agradeceram mais uma vez Tella, e seguiram novamente para Valkaria, com sorrisos estampados nos rostos e nos coraçoes. Ateh q rapidamente se transforam em desesperam e preocupaçao qnd Diara começou a vomitar sangue e tremer inconscientemente. Sua doença se manifestava pela primeira vez na frente de todos ( o unico q jah tinha visto era Essam ). Aflitos, decidiram voltar mais rapido para a capital, pois Tella jah estava longe e a grande estatua estava proxima ...

A Busca pela Bela Flor

Tudo voltou ao normal qnd voltaram para Valkaria. O seqüestro de Rana fo visto como um estranho mal entendido e rapidamente as pessoas esqueceram. Heliann voltou para a capela de Glorienn, no bairro elfico, Vulcor para a igreja de Khalmyr, Rana e Tintorelli para o Palacio Imperial ( Tintorelli recebeu moradia nas acomodaçoes do palacio apos Rana revelar q ele era seu salvador e seu grande amigo ) e Essam e Diara voltaram para a casa de Giovanni ( o homem q abrigava Diara a pedido de Talude ).
Giovanni ganhava a vida com o comercio de itens magicos menores. A poucos dias um senhor fizera uma importante encomenda de um item magico, porem um dos ingredientes necessarios para fazer esse item estava em falta. Era o polem de uma flor q soh crescia no topo de uma montanha, perto de Valkaria. Giovanni contratou Essam para pegar essa flor pra ele, e como Diara insistiu para ir junto, acabaram indo os dois.
Antes de irem, resolveram procurar Tintorelli para saber mais sobre o local q estavam indo. Tintorelli disse q o local tinha fama de ser perigoso, entao decidiram procurar aqueles q tinham participado da tarefa de salvar Rana para q eles pudessem ajuda-los. Todos aceitaram ajuda-los, menos Heliann q nao foi encontrado.
Seguiram em direçao a montanha, e misteriosamente Helian apareceu. Heliann tinha tido um estranho sonho, no qual via uma bela druida elfa, q guardava um jardim no alto de uma montanha. No seu sonho ele vira a druida ser morta por um grande goblinoide.
Sem muitos problemas alcançaram o topo, e lah estava a bela druida elfa q Heliann sonhara. Ela os recebeu no seu lindo jardim, e vendo q nao eram pessoas más, aceitou dar um pouco de polem de uma das flores dakele jardim para akeles aventureiros. Tudo estava certo, qnd decidiram descer Heliann se recusou. Disse q ficaria ali, pq deveria proteger akela elfa de um mal eminente. A Druida disse q ele nao poderia pernoitar no jardim, e implorou para q ele descesse, mas suas suplicas foram inuteis, pois Heliann ficou ali. Os outros desceram e montaram acampamento embaixo da montanha. Heliann nao durmiu. E nada aconteceu. Ele nao sabia q seu sonho nao passava de uma ilusao, feita por um estranho alguem q desejava q ele seguisse akele grupo. No dia seguinte Heliann se sentia confuso e nao entendia mas o sonho q parecia tao claro. Desceu a montanha e encontrou os outros. Em posse do polem, retornaram a Valkaria.
No meio do trajeto se depararam com uma pequena floresta, no qual jah tinham passado na ida, e nada tinha acontecido. Porem na volta, foram surpreendidos por Ogros errantes. O q era pra ser uma simples adversidade se tornou um triste pesar. Um dakeles herois perderia a vida em batalha...

quinta-feira, 3 de maio de 2007

O Rapto da Bela Dama

Nao foi facil para o grande Tintorelli penetrar nas muradas do Palacio Imperial. Porem apos uma boa conversa e um pouco de persuasao conseguiu fazer com q seu nome fosse anunciado a Rana, q estava instalada no Palacio. Ao entrar o artista ficou fascinado com tanta beleza. Era realmente digno de um Rei. Lah encontrou Rana, q se emocionou ao ver seu querido amigo, q a perseguiu de Malpetrim ateh ali, para continuar seu trabalho, tudo em nome da arte. Apos uma longa conversa decidiram se encontrar no dia seguinte, mas mal sabiam q akele encontro nao se realizaria ali...
Pela manha, Rana foi surpreendida no seu quarta, por uma figura exotica. Um certo homem, q vestia trajes q assim como sua cartola, eram roxos ... Ela perguntou o q akele homem fazia ali, mas alguns minutos de uma conversa incoerente fizeram Rana sentir uma tontura e desmaiar.
Rapidamente a noticia do seqüestro se espalhou pela Capital. E assim, Tintorelli se pos a busca de Rana. Pessoas disseram q tinham visto um estranho homem na sacada do quarto q Rana estava, e apos conversar com transeuntes Tintorelli ficou sabendo q um homem com essas mesmas caracteristicas tinha sido visto nas proximidades da Pequena Colina, um hospitaleiro local habitado por halflings, ao sul de Vakaria. Entao pra lah Tintorelli seguiu.
Jah era noite qnd ele chegou na Pequena Colina, por isso resolveu pernoitar no Pequeno-Lar, uma pequena taverna halfling. De manha, a taverna estava mto movimentada para o comum. Pois outros aventureiros tbm tinham ido ateh ali com o objetivo de procurar pela jovem donzela desaparecida. Esses aventureiros eram pessoas q jah tinham atuado juntos antes. Eram Essam, Diara, Heliann e Vulcor. Com uma conversa rapida perceberam q todos tinham os mesmos objetivos, entao decidiram seguir juntos ...
Ainda no Pequeno-Lar, pela janela Tintorelli viu o "Homem da Cartola", e como ainda nao conhecia a natureza dakele grupo q estava ali com ele, resolveu ir sozinho ateh lah fora, para falar com o suspeito e evitar uma possivel represária contra o homem. A conversa com o homem nao chegou a lugar nenhum, qnd indagado sobre o rapto de Rana, ele nao disse nem q sim nem q nao, suas palavras eram embaralhadas como um exotico baralho. Apos a conversa, o homem seguiu para o sul da Pequena Colina, e Tintorelli voltou para a taverna. Lah explicou q o homem nao parecia um sequestrador, e q talvez nao fosse ele, msm assim eles resolveram segui-lo, guiados por Essam q era um otimo rastreador.
Os rastros terminaram na beira de uma cabana, a beira de uma floresta. A cabana estava vazia, com a porta aberta. Ao entrarem, viram q Rana dormia calmamente numa cama. Acordando, ela nao entendeu o q fazia ali, seus salvadores tentaram explicar o q tinha acontecido, mas nao adiantou muito, pq ngm realmente entendia nada.
Qnd estavam abandonando a cabana foram abordados por assaltantes goblinoides. Como bravos aventureiros, nao se renderam e lutaram para se defender. Ao ver o poder de combate dakelas pessoas, os assaltantes roubaram a algibeira de Diara e fugiram para dentro da floresta, assim o combate se estendeu por entre as arvores. Rapidamente foram vitoriosos, e ateh Rana mostrou habilidade ao usar a cimitarra q Essam jogou para ela, na esperança q ela poderia usar para se defender.
Logo apos o encontro, eles voltaram para Valkaria, com a bela dama salva.

terça-feira, 1 de maio de 2007

A Obra e o Artista

Apos abandonar Fortuna, seu reino natal, Tintorelli chega a Malpetrim. Ao chegar na cidade, monta sua tela no meio da praça principal e começa a pintar. No meio da tarde algo lhe chama a atençao. Um homem moribundo, chega carregado por camponeses, e eh levado ateh o templo de Lena, a deusa da vida. Assim Tintorelli movido por sua curiosidade se dirige ateh o templo. Lah fica sabendo q o homem ferido se tratava de Aleph Olhos Vermelhos, um poderoso mago q ganhou seus poderes atraves de um amuleto magico feito pela propria Wynna. Seu amuleto tinha sido roubado por kobolds, e sem ele Aleph começaria a morrer.
Tintorelli nao era soh um pintor, ele se envolveu em todas as artes, inclusive na arte do combate e da musica, q combinadas o faziam um grande Bardo. Desse modo, recuperar o amuleto de Aleph seria uma grande oportunidade de por em pratica suas artes. Assim, Tintorelli se juntou a um forte guerreiro anao e um bravo espadachim, ambos aventureiros dispostos a ajudar o mago.
Concluiram com louvor sua missao, e assim salvaram Aleph, q muito agradecido disse q se um dia precisassem de ajuda, ele estaria lah para ajuda-los.
Nada mais justo para aventureiros cansados do q uma noite de diversao na grande Estalagem do Macaco Caolha ( Empalhado ). E eh lah q Tintorelli encontra algo q faz seus olhos brilharem. Suas curvas eram perfeitas, seus traços eram finos e delicados, sua beleza estontiante. Seu nome era Rana Slaviero. "Um belo nome para uma bela dama" - pensou. E graças a peculiaridade de seu ser, nao foi dificil chamar a atençao da bela dama, e logo ficaram conversando a noite inteira ...
Na manha seguinte, Tintorelli jah sabia o q fazer, preparou seu equipamento e começou um novo trabalho. Um q seria diferente de todos, o mais belo, o mais perfeito ... e logico, tinha q ser da dama perfeita !
Rana ao saber da noticia, se sentiu mto feliz pela homenagem. E cada vez mais, sua amizade com o simpatico Tintorelli se fortalecia.
Porem, uma noticia obrigou Rana a se afastar de Tintorelli. Sua mae e suas meninas foram convidadas por um rico empresario a formar companhia de dança e se apresentarem por todo o Reinado, sendo sua primeira apresentaçao no Palacio Imperial em Valkaria, lar do Rei-Imperador Thormy, o regente de Deheon. Rana optou por seguir com sua mae, e abandonou seu novo amigo, sem contar seu destino, para q esse nao sofresse com sua ausencia.
Mas Tintorelli estava obstinado. Nao podia deixar sua obra ir embora assim, e ele nao estava desposto a desistir desse trabalho. Assim, descobriu o destino da "Companhia de Dança de Madame Jessika" e seguiu para Valkaria.
Chegando a Valkaria, Tintorelli olhou para a formosa estatua. E com um sorriso no rosto pensou : "Quando terminar, minha obra será mais bela q essa estatua!". Rapidamente se pos a andar, e seguiu em direçao ao Palácio Imperial...

Um Encontro em Valkaria

Apos deixar o Deserto da Perdiçao, Essam depois de meses de caminhada chega a ver a bela estatua de Valkaria, e ali sabia q podia encontrar suas respostas. Ao chegar entrou na primeira taverna q viu, lah deu sorte, pois o taverneiro simpatizou com o estranho rapaz q nao mostrava o rosto e nao gostava de falar. E assim o encaminhou ateh um senhor, q morava mais proximo ao centro de Valkaria, esse homem poderia lhe dar abrigo, afinal de contas, esse jovem babu... digo, Beduino nao tinha um lugar para morar.
O senhor o recebeu mto bem, era de sua natureza ser hospitaleiro, pq alem do novo recem-chegado, ele tbm abrigava a jovem Diara, ao fazer isso, ele fazia um grande favor a Talude, q pediu q ele cuidasse da pequena maga. Rapidamente, Essam e Diara fizeram uma forte amizade, Diara por si só era mto extrovertida ( devido a sua pouco idade ) e Essam a via como uma irmã mais nova q ele nao tinha ... ou q pelo menos nao havia conhecido.
Se para o jovem guerreiro do deserto, a vista da estatua de Valkaria era impressionate, para o vivido sacerdote anao, akilo era mais q encantador, a bela arquitetura rivalizava as perfeitas construçoes de Doherimm. Vulcor andava a passos lentos para aproveitar mais a beleza arquitetonica, enquanto seguia ateh a grande Igreja de Khalmyr ( era como os humanos chamavam Heredrimm, deus da Justiça e seu patrono ).
Nao distante dali, na pequena Vila Elfica, caminhando em direçao ao modesto Templo de Glorienn, chegava Heliam. Ele estava vindo trazer aos q nao sabiam, a triste noticia q o ultimo acampamento de resistencia elfica, nas proximadades da antiga Lenorienn, iria em breve cair.
Pertencentes a realidades distintas, aparentemente nao havia motivo para essas pessoas se encontrarem, porem por ironia do destino ( ou nao ) todos esses herois ficaram sabendo da historia de uma mansão abandonada, em q aventureiros tinham ido verificar estranhas apariçoes suspeitas e nao regressaram. Assim, movidos pelo espirito altruísta de aventureiros, foram ateh o lugar para salvar os possiveis sobreviventes.
Apos vencerem os perigos da mansao q era habitada por animais selvagens q fizeram dali seu ninho e orcs intrusos, eles encontraram os sobreviventes amarradas, sem nenhum sinal de quem havia feito aquilo com eles. Tudo aquilo era normal para aventureiros experientes, nada fora do comum. O unico fato estranho, foi visto apenas por Heliam, q ao chegar na entrada da mansao ( sozinho, antes de encontrar seus futuros amigos ) viu um estranho homem, q vestia estranhas vestes e uma estranha cartola, ambos roxos. O homem falava de modo desconexo e incoerente. Era de certo modo bizarro e perdido naquele local, Heliam apenas o ignorou e seguiu para dentro da mansao. Mal sabia q iria ter o desprazer ( ou nao ) de encontrar esse homem outras vezes ...
Esse foi o primeiro encontro dos nossos herois, e o inicio de uma grande aventura.
Porem, muito distante dali, em Malpetrim estavam dois personagens muito importantes para nossa historia. O excentrico Tintorelli estaria para conhecer sua obra-prima, a linda e provocante Rana.